Políticas Energéticas
Hemorragias Elétricas, 2015

Publicação de 2015

 

 

 

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Sertão Elétrico, 2010

Publicação de 2010

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Derriça Elétrica, 2007

Dezoito anos de crônicas que contam, do ponto de vista do consumidor industrial, a história da energia do Brasil, completam-se neste livro que aborda o período de 2002-2007,

De 1989 a 2002 registram-se nos demais livros deste ícone, neste site. Não há nada parecido na literatura e historiagrafia nacional. É perturbador ler como os fatos se sucedem e se repetem, em mais esta importante sequência de textos mensais.

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Energia: Desconcertos e Impasse, 2003

São 45 meses de rápidas recomendações à direção da  indústria do vidro no Brasil, para o manejo energético das suas fábricas, em função da evolução da realidade sob um olhar sistêmico.

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Despropósitos Elétricos, 2002

Despropósitos elétricos abre as vísceras do setor elétrico de novembro de 1998 a fevereiro de 2002, revelando a falta de escuta, a inépcia e a má gestão no setor elétrico brasileiro, que marcha de crise em crise sem sequer resolver, de modo sustentável, o seu futuro de curto e médio prazo.

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Crônicas e Correntes, 1998

Os que acompanham o setor energético terão nesse livro uma síntese, como se estivéssemos diante dos “melhores momentos” deste jogo.

Aos que eventualmente não acompanham o setor, uma oportunidade rara de ter uma visão geral do que  houve de mais importante  nestes últimos anos (1994 A 1998), sob a ótica do consumidor industrial.

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Perdas e Gulas, 1994

É o primeiro livro de política energética do autor. Recobre o período de 1989 a 1994, relatando mensalmente a doença crônica do setor elétrico brasileiro cujo desfecho trágico veio a se confirmar, anos depois, no racionamento de 2001/2002.

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Ficção
Fagulhas, 2017

Precedida por farta edição de livros de poemas dos anos 90 e 2000 – Falésia, Foz e Fonte, entre outros, de Paulo Ludmer -, tardou uma década de reclusão, para o nascimento deste Fagulhas.

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Fonte, 2007

Novo livro de textos curtos, entre contos, crônicas, poemas e fragmentos, apresentados pelo crítico e poeta Carlos Felipe Moisés, além da literata Eliane Robert Moraes.

É a mais recente e madura realização do autor. O livro se divide em quatro etapas: o início é autobiográfico ficcionado; depois ruma à prosa poética em que palavras se sobressaem aos enredos; e, por fim, na última parte do livro, sucedem-se contos no estrito senso.

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Falésia, 2005

Palavra, energia, imagem. Mais energia. Lá, Foz, caminho natural, suavidade, mas, pororoca.

Aqui, Falésia, escarpa íngreme, risco, desafio em no alto do promontório, brisa, vista infinita.

Contrastes, aparentes concidências. Vida.

Água (muita, até uterina), ar, fogo (tanto quanto no amor).

Sentir, sentido, sentimento.

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Foz, 2003

Poemas de amor que seguem, como num relacionamento, o leito de um rio: montante, jusante e foz.
Os tempos verbais definem a intensidade e a evolução dos sentimentos que seguem para o mar.

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Circuncisão, 2003

O livro Circuncisão trata do pênis de forma não vulgar nem sexista… é uma coletânea de contos concisos que comete uma invasão da intimidade masculina, um repto à banalização da feminina em nossa cultura.

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Alcinhas, 2002

Ludmer faz referência a 40 mulheres, homenageadas em uma das páginas iniciais da obra, para percorrer sutilezas do comportamento feminino. Fatos comuns do dia-a-dia tornam-se pressupostos para a construção do texto.

Uma xícara, o papel higiênico, como exemplos, são utilizados pelo escritor para navegar no universo feminino, esmiuçar os detalhes que surgem dos fatos comuns.

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Outrarias, 1998

O autor nos oferece mais um livro memorável, com sobrevida importante para a língua portuguesa, atingindo com singularidade o amor e a banalidade; a filosofia e o cotidiano; a crise do tempo e da memória; do dentro e do fora. Este livro concilia misticismo com sensualidade, fúria e rigor. Nele, inteligência e poesia não se agridem. Outrarias permanece para ser lido, reaberto e revisitado para sempre…

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Línguaçodada, 1994

Línguaçodada funde de modo lúbrico a língua e a mulher, oralidade e fascínio, razão e senso.

Tudo se imbrica, arma-des-arma, permitindo plurissêmicas interpretações, dissecções, reconstruções e idiossincráticas fruições. (…) Vale dizer: o texto ludmeriano refere-se a várias das principais vertentes literárias brasileiras sem delas apoderar-se.

Singularmente a obra resulta pessoalíssima, única, contundente e desfrutável.

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Antologias
Coletânea Off-Flip 2017, 2017

Premiado finalista na “Off Flip” 2017 com o poema
Solstício

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Coletânea Off-Flip 2014, 2014

Premiado finalista na “Off Flip” 2014 com o poema Sertão

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Outra Qu4rta-feira, 2009

Publicação de 2009.

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Setor Elétrico Brasileiro: Passado e Futuro – 5 anos, 2005

Por este conjunto, Paulo Ludmer é homenageado pelas suas contribuições de artigos como colunista dos últimos 5 anos, pelo Canal Energia.

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Colunistas Canalenergia, 2004

Conjunto de textos de diversos autores, incluindo Ludmer,  colunista do Portal www.canalenergia.com.br.

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Qu4rta-feira, 2003

Ludmer participou de uma oficina literária, coordenada por Carlos Felipe Moisés, desde 1994, cujas atividades se encerraram em 2010. O grupo infalivelmente se reunia , em rodízio, sempre na casa de um escritor, todas as quartas feiras durante 16 anos.

O livro Qu4rta Feira agrega textos desta Oficina.

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