Ficção

Obras de ficção publicadas pelo autor.

Clique e faça um comentário.

 

Fagulhas

 

 

Precedida por farta edição de livros de poemas dos anos 90 e 2000 – Falésia, Foz e Fonte, entre outros, de Paulo Ludmer -, tardou uma década de reclusão, para o nascimento deste Fagulhas.

Fonte

 

 

 

Novo livro de textos curtos, entre contos, crônicas, poemas e fragmentos, apresentados pelo crítico e poeta Carlos Felipe Moisés, além da literata Eliane Robert Moraes.

É a mais recente e madura realização do autor. O livro se divide em quatro etapas: o início é autobiográfico ficcionado; depois ruma à prosa poética em que palavras se sobressaem aos enredos; e, por fim, na última parte do livro, sucedem-se contos no estrito senso.

Falésia

 

 

Palavra, energia, imagem. Mais energia. Lá, Foz, caminho natural, suavidade, mas, pororoca.

Aqui, Falésia, escarpa íngreme, risco, desafio em no alto do promontório, brisa, vista infinita.

Contrastes, aparentes concidências. Vida.

Água (muita, até uterina), ar, fogo (tanto quanto no amor).

Sentir, sentido, sentimento.

Foz

 

 

 

 

Poemas de amor que seguem, como num relacionamento, o leito de um rio: montante, jusante e foz.
Os tempos verbais definem a intensidade e a evolução dos sentimentos que seguem para o mar.

Circuncisão

 

O livro Circuncisão trata do pênis de forma não vulgar nem sexista… é uma coletânea de contos concisos que comete uma invasão da intimidade masculina, um repto à banalização da feminina em nossa cultura.

Alcinhas

 

 

 

 

Ludmer faz referência a 40 mulheres, homenageadas em uma das páginas iniciais da obra, para percorrer sutilezas do comportamento feminino. Fatos comuns do dia-a-dia tornam-se pressupostos para a construção do texto.

Uma xícara, o papel higiênico, como exemplos, são utilizados pelo escritor para navegar no universo feminino, esmiuçar os detalhes que surgem dos fatos comuns.

Outrarias

 

 

 

O autor nos oferece mais um livro memorável, com sobrevida importante para a língua portuguesa, atingindo com singularidade o amor e a banalidade; a filosofia e o cotidiano; a crise do tempo e da memória; do dentro e do fora. Este livro concilia misticismo com sensualidade, fúria e rigor. Nele, inteligência e poesia não se agridem. Outrarias permanece para ser lido, reaberto e revisitado para sempre…

Línguaçodada

 

 

Línguaçodada funde de modo lúbrico a língua e a mulher, oralidade e fascínio, razão e senso.

Tudo se imbrica, arma-des-arma, permitindo plurissêmicas interpretações, dissecções, reconstruções e idiossincráticas fruições. (…) Vale dizer: o texto ludmeriano refere-se a várias das principais vertentes literárias brasileiras sem delas apoderar-se.

Singularmente a obra resulta pessoalíssima, única, contundente e desfrutável.