Livro de Visitas

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Cesar Martins wrote on 28 de junho de 2011 at 13:37
Uma idéia para compartilhar - O mundo real do dia a dia da operação aqui no ons: O dia T: Planos para Operação e Programação O dia T é o grande momento em que todos os esforços realizados para se criar uma alternativa de transmissão, para outorgá-la, licenciá-la e construí-la, serão finalmente postos à prova. Será o momento a partir do qual todo benefício esperado com a entrada em operação do novo empreendimento será computado. Porém, as dificuldades ao longo do caminho normalmente implicam atrasos. Assim, quando chega o dia T, novas precauções já devem ter sido estabelecidas para garantir a segurança da rede de transmissão. Como a Demanda não espera porque o consumidor não retém seu consumo, a Geração também não espera porque tem compromissos de entrega de energia, então a REDE deve ser “controlada” para evitar engarrafamentos perigosos e colapsos mais perigosos ainda. Este “controle” é realizado através de instruções para minimizar riscos à segurança e, normalmente, são decorrentes, estas instruções, de estudos para Planejamento da Operação (anual e quadrimestral) que são complementados pelos estudos para Planejamento da Programação (mensal e diário). Cada plano contempla um horizonte de análises, para as quais são requeridos todos os dados de configuração prevista da Transmissão, toda a Geração potencialmente disponibilizada, e toda a Demanda ao longo do período. De posse dos dados são investigadas situações possíveis de atendimento pela REDE que considerem cenários de exploração de Geração diferenciados (supõe-se mais chuva aqui que acolá, e vice-versa). Quanto mais próximo do presente, mais precisos são os cenários estudados e as instruções que definem o uso de cada gerador (programação). No horizonte de estudo, para cada ponto de operação (foto da REDE em algum momento no futuro sob análise) são realizadas diversas simulações de contingências ou impactos que impliquem perda de um ou mais elementos, seja linha de alta tensão ou transformador em subestações de grande porte. Cada resultado que aponte risco para a continuidade do atendimento é tratado separadamente, e é diferenciado pelo tipo de problema, local/engarrafamento ou sistêmico/colapso. Para cada problema busca-se uma ação operativa que minimize seus efeitos, podendo ser ações operativas automáticas ou, na maioria das vezes, instruções específicas para os operadores. Finalmente destacamos que as grandes obras requerem estudos especiais, chamados pré-operacionais, necessários para detalhar as modificações nas instruções operativas à medida que se aproxima o dia T. Estes estudos são mais voltados para o desempenho da nova obra e seus requisitos para segurança própria. Todo dia é dia de S: Segurança e Economicidade A REDE deve ser mantida em equilíbrio, com economicidade e confiabilidade durante todo o tempo possível. Toda hora é hora de Segurança, no entanto, segurança total é algo inalcançável, tanto pelos custos envolvidos como pela diversidade de eventos improváveis que, até os pensados impossíveis, acontecem. Exemplo: um helicóptero bater em uma linha e cair sobre outra. Existe um jargão na operação que relata algo raro como “só se uma vaca cair sobre a linha”, mas quem sabe o que um fazendeiro leva no seu helicóptero? Uma questão fundamental, na nossa visão, é diferenciar o chamado apagão energético, aquele que decorre por falta de água nos reservatórios e impõe medidas de restrição aos consumidores, dos apagões elétricos, que são os “imprevisíveis” conforme já relatamos. Um apagão energético, dada a maior facilidade de ser previsto, revela pouca oportunidade de se atrair alternativas de investimento em Geração para o setor. Um apagão elétrico pode revelar um envelhecimento da REDE, mas, mesmo que não tivesse nada a revelar, o apagão elétrico seria imprevisível. É por isso que são adotados alguns critérios para se operar com segurança, porém não são recomendadas opções de se operar com segurança a todo e qualquer custo. Como é esta REDE? Como funciona? Imagine pescadores (Geradores) às margens de um lago. Cada um puxando uma ponta de uma grande REDE (Transmissão) que deve permanecer o tempo todo SEM cair n’água, a certa distância da linha d’água. A REDE sustenta muitos anzóis (fronteira da Transmissão/Distribuição), alguns grandes, outros pequenos, alguns próximos e outros distantes, entre si. Os anzóis vão caçando peixes (Demanda) que pulam fora d’água e se prendem. Todo dia é assim, de manhã sempre tem menos peixe e à tarde a REDE fica pesada de peixe. Os pescadores precisam fazer uma força brutal para manter a REDE esticada e em equilíbrio, aconteça o que acontecer. A energia dos pescadores é guardada nas suas mochilas (reservatórios), alguns se alimentam de água e outros de petróleo (estes pescadores cobram mais caro pelo esforço, porém ficam mais próximos dos grandes anzóis). Quando um novo peixe é capturado, a REDE quase não percebe, mas uma pequena força adicional deve ser feita pelos pescadores. O equilíbrio deve ser mantido sempre, mesmo quando um pedaço da REDE se rompe ou algum pescador se retira, ou até mesmo quando um grande peixe se prende. A REDE deve estar mais preparada ainda nas ocasiões especiais, e deve ser calibrada para suportar um grande rompimento. A força de cada pescador deve ser pré-determinada para evitar que haja risco de que o rompimento de uma parte da rede por um motivo qualquer cause um desequilíbrio oscilatório que leve à queda em seqüência de outros pescadores, e assim, à queda de toda REDE (apagão elétrico). O apagão não é muito difícil de se evitar: um bom plano de operação e programações eficazes resolve, e ninguém fica nem sabendo. O difícil é quando cai uma grande vaca numa parte importante da REDE. Aí todo mundo fica sabendo, e a primeira coisa que se pergunta é por que a REDE não estava descarregada? Esta pergunta é fundamental, mas se tivéssemos descarregado a REDE em uma parte, teríamos que carregá-la em outra, às vezes gastando mais com pescadores mais caros (petróleo) e, mesmo assim, sem saber onde a vaca vai cair. O apagão elétrico é imprevisível, fácil de ser descrito, porém impossível de ser evitado (risco zero não existe). O apagão energético, de algum modo previsível, este sim seria inadmissível. Como poderíamos deixar os pescadores com mochilas vazias, sem água nem petróleo? Como seriam os dias T e S se houvesse interferência direta do consumidor Neste caso estamos supondo que o peixinho soltaria do anzol se a isca modificasse seu sabor ao longo do dia, em outras palavras, o consumo seria reduzido quando o preço estivesse mais amargo. Talvez seja assim o futuro e, para nós que planejamos com base em dados bem comportados, seria um grande desafio. As orientações de manobras de equipamentos para controle da REDE teriam que considerar projeções de preço de energia ao longo do dia. Para se evitar desgaste de equipamentos com liga-desliga e desliga-liga, novos recursos dinâmicos deveriam ser requeridos – estes já seriam bem vindos agora no presente. A agilidade dos operadores para transferir energia entre mercados distintos com preços variáveis ao longo do dia seria outro grande desafio. Vamos nos preparar prá ver.
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Tarcísio Couto wrote on 28 de junho de 2011 at 10:37
Profº Paulo. Obrigado por me presentear com a suas belíssimas aulas e me proporcionar os mais diversos conhecimentos. Parabéns! Tarcísio, aluno curso de Pós Graduação da FEI.
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Antonio Carlos da Silva wrote on 28 de junho de 2011 at 06:57
Prof. Obrigado pelas exelentes aulas que tem ministrado no curso de Gestão de Manutenção na FEI. Muito bom!
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Christian Santos wrote on 22 de junho de 2011 at 14:29
Olá Paulo! Passo para marcar presença. Achei muito interessante sua obra. Parabéns!
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Ignácio Ferrera wrote on 19 de maio de 2011 at 11:33
Professor, parabéns pelo livro Sertão Elétrico. Forte abraço
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Tina e Luciana wrote on 18 de maio de 2011 at 15:40
Apesar de estarmos nas primeiras paginas do Livro Fonte, já estamos envolvidas com as historias. Muito obrigada, estamos adorando o presente. Tina e Luciana
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Sidnei da Silva Faccioli wrote on 17 de maio de 2011 at 16:20
Sr. Paulo, fiquei surpreso com a qualidade de suas cronicas do Livro Fonte. Espero que sempre continue com esta FONTE de inspiração.
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Rudimar Bernardes - Editora AGE wrote on 28 de abril de 2011 at 09:10
Sr. Paulo, seu site é muito interessante, podemos fazer uma bela leitura de bons textos. Estou indicando o link para todos os meus contatos. Cordial abraço deste amigo do Rio Grande do sul!
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Marcia Frias wrote on 8 de fevereiro de 2011 at 17:07
Olá, Sr. Paulo. Jamais imaginei que nossa conversa telefônica fosse desaguar no mar literário que tanto amo. Seus títulos são instigantes... Abraços, Marcia.
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REJANE MOREIRA wrote on 6 de janeiro de 2011 at 20:30
Venho agradecer o livro que me deu, e espero ter a sua agradável visita mais vezes no cartório e sempre que precisar conte conosco. Tenha um ótimo ano e muito sucesso! Abraços Rejane Moreira 14º Tabelionato de Notas - Vampré
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Hugo Porto wrote on 5 de dezembro de 2010 at 19:29
Prezado Paulo, Parabéns pelo seu trabalho! Um grande abraço, Hugo.
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Luiza wrote on 22 de novembro de 2010 at 19:08
Oii Sr. Paulo, fiquei muito feliz com o livro vuii, agradeço desde já pelo carinho, e deixo aqui um grande abraço. Luiza
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Ivan - PH turismo wrote on 22 de novembro de 2010 at 18:58
Olá Sr. Paulo, fico muito feliz em poder deixar este recado em seu website... Continue sendo esta pessoa maravilhosa que conheço. um abraço forte Ivan
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miriam tawil wrote on 15 de outubro de 2010 at 12:41
Adorei te encontrar e saber das novidades literárias de sua vida. Muito carinho Miriam
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Ignácio Ferrera wrote on 20 de setembro de 2010 at 14:40
Professor Paulo, passo aqui para registrar meu elogio ao seu trabalho e deixar um abraço fraterno.
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Gilberto Brito wrote on 30 de junho de 2010 at 00:19
Grande professor, a turma geman 23 sente falta de suas aulas, repletas de informações valiosas e muito carisma, um grande abraço e boa sorte com as novas turmas. Att, Gilberto Brito
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Ligia Sommers wrote on 17 de junho de 2010 at 10:10
Meu novo companheiro, A Escrita Criativa nos colocou lado a lado. Ou foi o destino? Não sei a quem agradecer e então agradeço a vc. Agora sim , posso dizer que este passeio virtual deixou-me irremediavelmente impressionada. Feliz também pois, sábado continuaremos a percorrer esse novo caminho. beijo carinhoso, da Ligia
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Rodolfo Dias wrote on 13 de junho de 2010 at 17:37
Professor... Venho agradecer não so abraço mais a sensacional aula e conhecimento desprendido a turma GEMAN 23... Foi um grande prazer ter conhecido um grande mestre... Rodolfo Dias
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Glauco Bernadino Coelho wrote on 25 de maio de 2010 at 07:13
Olá Professor! Novamente venho agradecer por todo o seu conhecimento acerca da política energética de todo o planeta compartilhado em suas aulas. Agora sou frequentador assíduo do sítio canalenergia.com.br e parabéns pelo seu último artigo lá divulgado. Até um próximo encontro, um grande abraço, Glauco Coelho.
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Gilberto Brito wrote on 24 de abril de 2010 at 10:33
Parabens pelas aulas que o senhor vem dando para a turma Geman 23, um grande abraço e até a próxima.
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